-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
http://www.interney.net/blogs/lll/2010/12/17/feminazi/
Tem muito homem falando em feminazis suuuuper na boa e depois se espantando com a raiva da mulherada. Ó dó. Como sofrem nossos homens!
Então, deixa eu bater uma real.
Se existe um comentário que você gostava de fazer, uma palavra que você
gostava de usar, uma coisa que você gostava de fazer, e hoje você não pode
mais por causa das feministas... Não é porque elas são chatas e histéricas,
entende? É porque você é machista.
por Sra. Tempestade
0ntem tirei a manhã para, corajosamente, arrumar a estante onde ficam todas as minhas coisas da faculdade. Quase tudo teve um destino imediato: uma caixa fechada, amarrada e escondida dentro do meu armário. Mas há algo que conseguiu superar bravamente, com tantos anos e mudanças, o cruel teste da gaveta. Na maior parte das vezes eu prefiro esquecer o meu passado. Ontem, me deu muito orgulho lembrar - e perceber que preciso recuperar algo do que fui. Para entender a motivação para escrever as palavras a seguir, basta ler esse texto: http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/129518
para os movimenos pós-socialistas a demonstração de igualdade não é mais do que a condição de abertura a um devir, a processos de subjetivação heterogêneos. nos movimentos das mulhres, depois da primeira fase de aformação da igualdade invocada por rancière, abre-se um debate sobre os limites dos conceitos de gẽnero e dediferença dos sexos (...) começam a desenvolver-se práticas de multiplicação de identidades, mutantes, que se abrem a múltiplos devires, a um devir-mosntro, uma atualização dos "mil sexos" moleculares: lésbicas, transgêneros, mulheres de cor, gays...
Faz algum tempo que tenho lido e gostado muito do que a Marjorie Rodrigues escreve. E seu último post não foi exceção: "Assumindo o Palavrão" esclarece por demais o sentimento que muitas mulheres tem em relação a esta palavra já tão pré-conceituada chamada feminismo.
O SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia – lança no próximo dia 12 (sexta-feira) a Campanha "Democracia no Mundo e em Nossas Vidas - pelo fim da violência contra as mulheres".
O ato de lançamento será na Praça do Diário, dia 12 de junho, às 16h. O Grupo de Teatro Loucas de Pedra Lilás e a Escola Pernambucana de Circo apoiam a iniciativa com encenações e perfomances.
Refletir, debater e incentivar a contribuição da Graffiteira para a ocupação criativa do espaço público. Esse é o objetivo do TRINCHEIRA TINTA!!! – I ENCONTRO PERNAMBUCANO DE GRAFFITEIRAS que será realizado nos dias 23 e 24 de maio, em Recife. O evento, organizado pelas artistas de rua e simpatizantes do graffiti feminino, é voltado para o exercício da criatividade, do intercâmbio solidário e crescimento coletivo das jovens mulheres que elegeram o graffiti como meio de expressão, de ocupação do espaço urbano e, direta ou indiretamente, desconstrução das desigualdades de gênero.
O Encontro será de dois dias, contando com a Feira Trincheira Tinta! e o Mutirão de Graffiti. Também será construído durante o encontro um Fanzine com material das graffiteiras e com a síntese do encontro. O primeiro dia, a ser realizado no Instituto Vida, reunirá graffiteiras/ pichadoras/ pintoras de rua e simpatizantes para a conversa, a troca de experiência e a produção criativa. A proposta desse dia é de propiciar um ambiente de afinidades entre os grupos de mulheres presentes para o fortalecimento do trabalho e para a proposição de ações coletivas. Já o segundo dia, acontecerá no Sítio da Trindade na comunidade de Nova Descoberta com a exposição de trabalhos, troca de idéias e para marcar a presença do graffiti feminino na cidade, que contará também com a participação de graffiteiros e de grupos e coletivos que abraçam a causa.
o Centro das Mulheres do Cabo, em ação consorciada com a Casa da Mulher do Nordeste e o Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Nordeste, realizou no SINDSEP-PE, o curso Comunicação, Gênero e Rádio, entre os dias 01 e 03 de maio. cerca de 30 mulheres que atuam como comunicadoras populares em Pontos de Cultura, rádios comunitárias e/ou comerciais discutiram gênero & comunicação e tiveram noções de técnicas de edição, produção e locução para rádio.
1º dia, 01.05.09