-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia

Aqui vou passar pra frente uma fala da jornalista e atriz Mônica Santana como repúdio às situações que passa e já passou nessa vida por ter opinião e atitude:
Sim, eu sou feminista. Sou mesmo. Desavergonhadamente feminista. E não tenho que me envergonhar disso: por que eu, mulher, classe baixa, negra, periférica, nordestina deveria defender um modelo de comportamento, direito e pensamento que em nada me privilegia? Ao contrário, rebaixa, diminui, incapacita.
por TIAGO MALI da Primapagina
O brega virou moda e conquistou as adolescentes do Recife. O gênero musical é ouvido por onde se passa, principalmente nas periferias, e tem preocupado algumas entidades, que vêem nas letras um conteúdo machista, que desmerece as mulheres e reforça a discriminação de gênero. Como ninguém faz as pessoas deixarem de gostar de um tipo de música por imposição, a ONG Comunidade de Pequenos Profetas teve uma idéia melhor.

Segunda-feira que vem acontece na procuradoria da República de São Paulo (r. Peixoto Gomide, 768 ), às 14h a audiência pública "A mulher na televisão brasileira", onde elas vão entregar o manifesto abaixo:
Aos srs.
- Acionistas e diretores das diversas emissoras da TV Brasileira
- Ao Fórum pela Ética na TV
- À Sra. Adriana da Silva Fernandes - Ministério Público Federal - SP
Prezados Senhores,