-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
A exploração do corpo feminino em peças publicitárias e nos mais variados programas de televisão se transformou em um debate nacional na Itália, onde
críticos vêem no fenômeno um sinal da derrota das conquistas feministas das últimas décadas.
**
Por Ligia Martins de Almeida em 27/2/2007
"As princesinhas estão por toda parte. De coroa dourada e saias coloridas, elas vão à escola, ao playground e ao dentista."
É assim que a revista Veja começa a matéria de comportamento da semana (edição nº 1997, de 28/2/2007): "Todas querem ser princesas". A dúvida, para o leitor, é se é mesmo de uma matéria de comportamento ou apenas uma desculpa para promover um produto, no caso as bonecas de princesa.
30/01/2007 - 09h29
FABIANE LEITE
da Folha de S.Paulo
Três anos após se comprometerem a não recorrer ao apelo sexual em anúncios de bebidas alcoólicas, as cervejarias voltaram a abusar de cenas com conotação erótica nas campanhas publicitárias deste verão.
Integrantes do mercado publicitário e representantes dos produtores de álcool admitem que parte da última safra de propaganda desrespeita o acordo de auto-regulamentação.
http://www.cinz3nt0.net/blog/?p=11
Berenice Bento
“HÁ MUITAS formas de se assassinar uma mulher: revólveres, facas, espancamentos, cárcere privado, torturas contínuas. Mesmo com um ativismo feminista que tem pautado a violência contra as mulheres como uma das piores mazelas nacionais, a estrutura hierarquizada das relações entre os gêneros resiste, revelando-nos que há múltiplas fontes que alimentam o ódio ao feminino.