-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
"O estupro corretivo”, a prática cruel de estuprar lésbicas para “curar” sua homossexualidade, está se tornando uma crise na África do Sul. Porém, ativistas corajosas estão apelando ao mundo para pôr fim a estes crimes monstruosos. O governo sul africando finalmente está respondendo -- *vamos apoiá-las*. Assine a petição e divulgue para os seus amigos! https://secure.avaaz.org/po/stop_corrective_rape/?cl=922905055&v=8260
El feminicido es el asesinato de una mujer por el hecho de ser mujer. Es símbolo de la impunidad. En 1993 comenzaron a registrarse los primeros hallazgos de cadáveres femeninos con marcas de violencia extrema,
localizados en basureros y lotes baldíos en Ciudad Juárez, Chihuahua, México. Por eso comenzamos a hablar de feminicidio. A la fecha, se habla de más de 500 asesinadas y 1000 desaparecidas. La ola de asesinatos no sólo no ha sido detenida sino que se ha extendido a otros
estados de México.
Dramaturga e ativista descreve ao Conselho de Segurança da ONU os crimes e atrocidades contra mulheres no Congo.
Por Eve Ensler
Volto do inferno. Procuro desesperadamente uma maneira para lhes contar o que vi e ouvi na República Democrática do Congo. Procuro uma maneira para lhes narrar as histórias e as atrocidades, e, ao mesmo tempo, evitar que fiquem abatidos, chocados ou afetados mentalmente. Procuro uma maneira de lhes transmitir o meu testemunho sem gritar, sem me imolar ou sem procurar uma AK 47.
O número de agressões que não terminaram em morte, as chamadas lesões corporais, é muito grande também: 24.176 casos foram registrados nas delegacias de polícia nos primeiros seis meses do ano. Este número pode ser bem maior se considerarmos que boa parte das mulheres nem chegam a denunciar as agressões sofridas. Na maioria dos casos, tanto de morte quanto de lesão corporal, os agressores tinham algum tipo de relacionamento amoroso com as vítimas, eram maridos, companheiros, namorados, amantes ou parentes próximos, como pai, tio, irmão.