fotorama

River Raid

tininha llanos's blog

Desabafo de uma amiga linda, artista, intelectual, negra e feminista, tudo de bom! Mas que os homens não sabem valorizar. Ainda?


Aqui vou passar pra frente uma fala da jornalista e atriz Mônica Santana como repúdio às situações que passa e já passou nessa vida por ter opinião e atitude:

Sim, eu sou feminista. Sou mesmo. Desavergonhadamente feminista. E não tenho que me envergonhar disso: por que eu, mulher, classe baixa, negra, periférica, nordestina deveria defender um modelo de comportamento, direito e pensamento que em nada me privilegia? Ao contrário, rebaixa, diminui, incapacita.

Posted in Submitted by tininha llanos on Qui, 17/07/2008 - 11:45.

Garotas, vamos retomar!

LadyFest

Esse encontro pode ser uma boa proposta para estreitarmos os laços com las amigas viziñas.

Posted in Submitted by tininha llanos on Ter, 07/08/2007 - 14:53.

Semana Mundial de Aleitamento Materno

mamando lilás

A Semana Mundial da Amamentação foi criada em 1992 pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e ocorre de 1 a 7 de agosto em mais de 120 países.

Participe da campanha blogada coletiva

http://worldbreastfeedingweek.net/wbw2006/international.htm

Posted in Submitted by tininha llanos on Qui, 02/08/2007 - 05:33.

cultura colaborativa é tema de capa na revista a rede

a última revista a rede no mês de março traz uma matéria especial sobre processos de produção colaborativa. Destaque para as falas da Fabs e no box a Drica fala sobre o g2g.
é para ler e discutir!

Posted in Submitted by tininha llanos on Sex, 13/04/2007 - 15:35.

Manifesto Masculinista Nordestino

Escrito em 1985 por Marcelo Mário de Melo em Recife - PE

1 - CABECINHA
Nas questões ligadas à discriminação e aos papéis sexuais, as mulheres já estão na sua, os homosexuais idem, os bi também, e até os machões se organizam e se solidarizam, como se viu no caso daquele cara que ferrou a mulher no rosto e teve apoio da Associação dos Maridos Traídos, fundada no Ceará. Todos os setores se mobilizam. E como ficamos nós, que não somos mulheres, nem homosexuais, nem bi, e rejeitamos o modelo machista que nos é imposto desde criancinhas como a marca da masculinidade? A resposta está no masculinismo – uma movimentação crítico-autocrítica, reivindicativa, desfrutativa, solidarista e convivencial.