-espaço-tempo-vestimenta para repensar gênero e tecnologia
Veja aqui, em inglês: http://www.askmen.com/top_10/dating/top10-female-sex-fantasies_3.html
A pesquisa indica que o estupro é a terceira "fantasia sexual" mais popular... Quais são nossos referentes? Absurdo!
Estudantes suecos acharam discriminatório o catálogo de loja de brinquedos com meninas brincando de princesa e meninos, de herói
Renata Losso
O movimento “Mexeu com uma, mexeu com todas” fez um “Cabelaço” hoje (05) em frente ao Ondina Apart Hotel, em Salvador/BA. O “Cabelaço” é uma manifestação contra a discriminação racial vivida por Isabel Ribeiro na semana passada, em Salvador.
RACISMO É CRIME! - Essa semana mais um caso de violência racial mobilizou setores do movimento negro, e-mail foram circulados em listas dos movimentos negros e de mulheres. É o caso de Isabel Ribeiro, que foi discriminada quando saÍa de uma reunião de trabalho no Ondina Apart Hotel, em Salvador, no dia 26 de setembro.
Estudo analisou quase 800 decisões de tribunais estaduais, STJ e STF.
67% dos casos ocorrem no Sudeste; 63% são de homicídio.
Pesquisa inédita constatou que 31% das ações judicias que tratam de aborto no Brasil referem-se a interrupções de gravidez causadas por violência contra gestantes. As autoras, a advogada Tamara Amoroso Gonçalves e a socióloga Thais de Souza Lapa, analisaram durante cerca de um ano 781 processos julgados pelos Tribunais de Justiça de todos os estados, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) entre 2001 e 2006.
Notícia do Le Monde
Joëlle Stoltz
No México
Menos complicações médicas e menos abandonos de recém-nascidos: as autoridades sanitárias do México fazem um balanço positivo da lei que descriminalizou o aborto até doze semanas de gestação - uma experiência pioneira na América Latina.
A lei foi aprovada em 24 de abril de 2007 pela Assembleia Legislativa do Distrito Federal, liderada há doze anos pela esquerda, apesar da oposição do Partido da Ação Nacional (direita), do presidente Felipe Calderón.
Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado - 1940 -, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.
A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.
Movimento feminista vai às ruas com críticas
ao sistema capitalista e em defesa da legalização do aborto
Manifestação acontece no dia 8 de março, às 10h, na Avenida Paulista, e terá como eixo a crítica ao modelo capitalista e as lutas por igualdade, liberdade e soberania popular. Marcha termina no Ibirapuera, com grande ato pela legalização do aborto.
A revista TRIP publicou no seu sítio eletrônico um texto do colunista Henrique Goldman que afirma ter estuprado a "empregada da família" quando tinha 14 anos. Tratado com cinismo e abordado de forma naturalizada, o caso de estupro é ainda ridicularizado pelo estuprador, que diz ter se tornado "mais jeitosinho com as mulheres ao longo dos anos"...
Henrique Goldman, escreve hoje, depois de prescrito o crime, e nem mesmo deve entender o ato como tal.